sexta-feira, dezembro 19, 2008

Jazz na Praia do Forte

Descabaçando, depois de mais de um mês sem escrever neste, estou de volta. Na verdade o novo trampo (que é no mesmo pico) anda consumindo meu tempo como nunca!

Mas isso não é desculpa para ficar silencioso. Na verdade é falha minha mesmo. Como a Sunway tá saindo do recesso, depois de uma bela tocada na Arlivre, acho que me empolguei. Pra quem não foi ver o pocket show da Arlivre, fica pra próxima. Sem dúvida vale muito a pena ver qual é por lá!

Vamos ao que interessa. Primeiro a boa notícia: em janeiro de 2009, a Sunway vai tocar 2 vezes. Os locais e as datas, eu divulgo quando ficar mais próximo. De qualquer forma, a galera da banda já tá na maior pilha, colocando novos sons no set list, inovando e ensaiando.

A segunda notícia, que tem a ver com o título do blog, é o assunto de hoje. Festival de Jazz na Praia do Forte. Apenas "uma palavra" resume o fim-de-semana: "DUCARALHO"!

Sexta-feira à noite, chegando na Praia do Forte (pico que eu me amarro demais), programação fechada para o fim-de-semana inteiro. Jazz, Rave e Axé (entortei o bico, mas vou no fluxo).

Chegamos no hotel, descarregamos as coisas e fomos direto à vila. O jazz já tinha começado. Era um francês, que tocava um violino (ou seria uma rabeca?), acompanhado de um violonista com um violão de 7 cordas(feladaputa miserável. Parece que tinha sebo nos dedos) e de um baterista. Uma ressalva pro baterista porque, além de ser exímio nas baquetas, tocava pandeiro como ninguém.

Iniciei fazendo umas fotos, mas depois resolvi filmar. Os caras realmente são bons. No local, encontrei pessoas que também apreciam este tipo de som, como Suyene e Julinho (gaita).

O show já estava muito bom, mas eles resolveram melhorar. Convidaram uma banda local para subir ao palco (e que banda!!!). Esta banda era composta por uma pequena família: a esposa tocava uma flauta transversal, o marido tocava um violão de 7 cordas e o irmão deste tocava bandolim.

Quando foi feita a fusão dos instrumentos, foi de arrepiar. Parecia ensaiado (será que já estava ensaiado?). A combinação foi perfeita.

Depois de ouvir alguns sons, as gurias morgaram, sentaram no chão, ficaram na moleza, etc. Enfim, fizeram feiúra! Aí eu tive que voltar pra "casa".

O restante da programação do fim-de-semana foi pro fundo do poço...ou pro fundo da piscina, ou melhor: pro fundo do mar, com direito a snorkel e a um par de peixes. Resumindo: morgação total!

Mudando de assunto, aguardem as próximas tocadas da Sunway! Vamos aproveitar o verão!!!

Lá vão os links do show:

http://www.youtube.com/watch?v=jTifC0-fYS8

http://www.youtube.com/watch?v=IsWTPcL-u0U

http://www.youtube.com/watch?v=mn1xV0tS_YE

terça-feira, novembro 18, 2008

Dificuldades pra postar


Galera, tá foda!


Com esse trampo novo eu não to nem tendo tempo de pensar no que postar, quanto mais de elaborar um texto legal! Putaqueopariu!

Logo que a Sunway tocar ou rolar uma calmaria, coloco um post aqui!

Falou!!!!

quarta-feira, outubro 29, 2008

Blog pronto! (eu acho..)




ok!
Mudanças realizadas, galera!

Nada de muito frufru... afinal esse é um blog de macho!
Falei, baixínio?

Faltava um cabeçalho mais personalizado, uma foto da banda no fundo, um leitor de feeds (que é uma mão na roda para quem visita vários blogs com frequência...), uma lista de blogs parceiros mais organizada... (esse o blogger deu uma ajuda.. rs!) e... os vídeos da banda disponibilizados direto do Youtube! No mais.. se faltou algo, é só sinalizar!

Só espero que o nosso redator 'Forest Gump', ajude a manter a formatação mínima para que o povo consiga ler dois posts seguidos, né? kkk

Aproveitem!
Xero em todos..
Dandan (o ranzinza)

sexta-feira, outubro 24, 2008

Em Manutenção...



Prometemos ser breves, galera!
Trabalhando para melhor servir... ou não!

Abraços!

quinta-feira, outubro 23, 2008

Contracultura

Sem dúvida a vida é feita de escolhas. Algumas são feitas por nós, outras não!


O que tem a ver a contracultura com o modo de vestir das pessoas na atualidade? Por que é um assunto que tanto se debate, porém nunca se chega a qualquer local? Se você não se opõe às coisas, você naturalmente faz parte delas. Este seria o princípio fundamental da contracultura.


Mas iremos viver nos opondo a tudo o que acharmos errado? Se olharmos para os lados, frente, trás, passado, presente...etc, encontraremos uma série de erros. A grande sacada (que na verdade todos sabemos) seria não repeti-los, pelo menos no modus operandi corriqueiro. Mas não o fazemos.


Voltando à contracultura relacionada ao modo de vestir, não estou insinuando que deveríamos utilizar a indumentária rippie. Mas invariavelmente vejo pessoas utilizando um modo de vestir tipo "franciscano", pseudo intelectual, ou com símbolos que são meio estranhos.


A cultura da Índia, quando está por aqui, é considerada contracultura. Tatuagens de henna (odeio), roupas frouxas (urghhh)...acho que calça de palhaço, etc...que bóstia!


Falando da Índia, esse é um pico que eu gostaria de passar uns 6 meses. Quando falei isso pra Indira (minha irmã) ela utilizou seu jeito todo delicado pra dizer: " Você é doido, meu filho! Vai fazer o que lá?". É uma boa pergunta. Mas voltando ao início do texto, a vida é feita de escolhas...e quem sabe, né?

quinta-feira, outubro 16, 2008

Kitesurf

Como diria uma amiga minha: “Já começou com as histórias de Forrest Gump!”. Mas é isso mesmo. Todo fim de semana que passa, vejo novidade. Resultado de alta percepção, sensibilidade aguçada, porém nunca baixa auto-estima (kkkk..piada interna!). Mas é isso, vou para os lugares, vejo as coisas, e tenho a minha maneira de observar e de relatar. Sobre o último, sempre de uma forma sarcástica, bem-humorada e carregada de palavras de baixo calão.


O que será que aconteceu no sábado? Pois é. Acordei 7h da manhã, maior pilha de fazer um surf matinal (quem sabe até um terral), fiz o primeiro contato e já levei um “NÃO” do tamanho do mundo. Pensei: fudeu! E voltei a dormir. Umas 8h e pouco eu consegui acordar e resolvi iniciar as atividades. Meu carro tinha lama até o teto (muita lama mesmo), então fui largá-lo no posto. Sujeira de uma semana não sai assim fácil! Depois fui testar o jipe, pra ver se dava pra “dar um rolé”. Tudo pela ordem, voltei pra cama pra ver qual era, mas nada! Nessas horas que eu não consigo dormir, dá uma vontade de ligar pra todo mundo e sair acordando um por um. Mas fiquei na paz. Por volta das 10h, a primeira boa alma resolveu me ligar e acertar pra fazer “porra nenhuma”. Maravilha. Eu estava sem carro mesmo! Umas 10h30 (to muito cronológico hoje!) estávamos a caminho da orla, veio o estalo e falei: “Ossy, um brother meu das antigas ta meio podre. Vamos visitá-lo”. Em lá chegando, fiz o maior barulho pra acordar o gordinho (devia estar roncando igual a um urso). Acordou, trocou o pijama seboso por uma bermuda pior, sentou e começou a relatar os últimos acontecimentos. Acho que ele falou sobre quase toda a vida dele (e minha também) e também falou sobre a Shamã (nossa antiga banda). Nesse meio tempo chegou Aroldo, atual baterista da Sunway, e antigo baterista da Shamã. Então Ossy, vulgo Pôdhi, resolveu pegar um material antigo desta banda. Tinha recorte de jornal, panfletos, set lists, fotos (putamerda, eu era estranho demais), uma série de coisas. Olhamos tudo, um a um.


Passado o momento nostalgia, caímos fora da casa de Mário (Ossy, Podhi, Mamilo de Zabumba, Buba, Pança de Avental, Peixe boi rebolador e uma série por aí) e fomos à praia. A partir daqui começa o assunto real deste post.


Cheguei na praia e vi várias lonas voadoras, e um monte delas prestes a voar (inclusive a do filho da velhinha papa-peixe....mais uma piada interna..kkkk). Eram pipas de Kitesurf. Há algum tempo eu reluto em entrar neste assunto, mas diante das circunstâncias, to dentro.


O kitesurf, kiteboarding ou flysurf é um esporte antigo. Em 1964 foi criada a primeira pipa que era inflada a ar nos Estados Unidos. Na época, elas foram usadas como pára-quedas para as pessoas serem puxadas com esquis.


De lá pra cá, houve muita evolução: não apenas da mudança do propulsor, mas também a evolução natural do equipamento. Melhoramento das pipas, da prancha, da forma de velejar, etc.


O esporte se resume a 5 equipamentos distintos:


- kite, que é a pipa, a principal parte. Sem ele o esporte não existe (óbvio!). É feito com o mesmo material de um pára-quedas, como tem a forma arqueada, facilita o vôo. A cada ano, sofre modificações no material, padronagem, etc;


- Linhas - As linhas são o elo do kite com o maluco. São três tipos de linhas diferentes. A linha de vôo que liga o kite a barra de controle, a linha de freio e as linhas principais;


- Barra controle - A barra é utilizada para controlar o kite. Nela se pode comandar a direção e a velocidade. Ela vem acompanhada de um sistema para frear a pipa em caso de emergência. Estilo: “puxe aqui pra não se fuder!”;

- Prancha - O estilo da prancha vai depender do estilo do doidão. Existem pranchas parecidas com as de surf e também com as de wakeboard. O diferencial é o tipo de material que ela é feita. Como os saltos são freqüentes, as pranchas têm que ser mais resistentes;

- Cinto - O cinto tem a função de conectar o atleta ao kite. Existem modelos que além das funções básicas propiciam maior conforto durante a velejada;


O kite surf em Aracaju está cada vez melhor divulgado. Se a gente der uma passada ali na passarela do caranguejo, invariavelmente, tem uma série de pipas no alto. Como o vento de Aracaju é propício à prática deste esporte, ele vem sendo cada vez mais divulgado até entre os surfistas.


De qualquer forma, se for relacionar Kite com Sunway, a única semelhança é a praia. Ninguém pratica este esporte na banda.



quarta-feira, outubro 08, 2008

Surf no meio da tarde



Tava aqui, na boa, olhei pra janela e vi aquele sol, e pensei: "Caralho, por que porra eu não sou surfista profissional?"

Bom...resposta é o que não falta:


1 - Não sei surfar (já matei de cara);

2 - O pouco que eu sei, mal dá pra enfrentar o mar de Sergipe, Bahia e Alagoas;

3 - Meus pais me colocariam pra fora de casa;

4 - Não moro num pico que alguém já se destacou, exceto Romeu Cruz (mas já faz muito tempo);

5 - O mar de Aracaju, na boa...é igual a andar de skate em rua de paralelepípedo. Só a remada pra entrar, acaba metade do gás do cidadão;


Então tudo certo. Não dá para eu ser surfista profissional mesmo. Porra, mas será que não dá pra dar uma caída de vez em quando durante a semana? Será que eu estou em crise existencial? Será que esse sol forte que está fazendo hoje tá me deixando pirado? Ou será a água quentinha que eu estou imaginando que a praia deve estar agora, tá me dando essa pilha?


Por falar em surf, lembro que há alguns anos viajamos para Sauípe, para a festa dos 20 ou 30 anos de formatura do meu pai (eu acho). Bom pra caralho! No primeiro dia, já sabe: só comida e cachaça. A partir do segundo dia, resolvemos dar uma chegada na praia. Quando eu tava lá dando um mergulho, encontrei um maluco "das antigas", que resolveu largar tudo o que tinha em Aracaju (tudo se restringia a uma prancha e uma bike) para ser instrutor de surf por lá. Se fudeu: ralava que só um jumento e a $$$ era bem pequena! Bom, o cara era brother e as pranchas eram do hotel. Fechado! Todo mundo quer aula de surf: pai, mãe, vó, papagaio. Acho que esse cara trabalhou o dobro nesse dia. O importante é que fizemos umas fotos legais, da gente, do meu pai pegando uma onda em cima de um longboard, viagem total.


Já que lembrei de aulas de surf, vou falar aqui também dos meus primos. Eu estava trocando umas idéias com meu primo mais velho, e disse que surf é uma maravilha. Simplicidade, qualquer pessoa pode fazer. Como ele diria: "até um otário consegue!". Levei um longboard para a Atalaia Nova, acordamos 5 da manhã (isso mesmo!), e fomos à praia. Fiz uma graça: na hora que a onda veio, empurrei a prancha e ele foi. Ficou meio sem equilíbrio, mas rolou. Na hora em que ele tentou ir sozinho, viuxe. Só deu errado. Remou, remou e nada. Péssimo professor.


Se eu começar a contar as histórias de pessoas que já tentaram aprender a surfar comigo, vai ser um post do tamanho do mundo. Mas se colocar dos que realmente levaram adiante, só um! Esse bicho é um mineiro do trampo, que há um tempo falava em surf. Quando rolou a oportunidade, fomos à praia, levei um funboard e tudo certo. Na primeira onda ele já se deu bem. Foi até quase o raso e ficou na maior empolgação. No dia eu quase fico sem braço de tanto colocar a prancha na onda.


Agora que o sol já tá mais frio, e não vai dar pra surfar mesmo, mando uma saudação pra quem conseguiu pegar umas ondas hoje. Mesmo com esse vento virado no cabrunco, ainda tem gente que vai matar a secura.


Lá vão as fotos que peguei quando lembrei do surf...as legendas também:



Pra lembrar a galera que tentou aprender, inclusive Larissa (queijinho) que está querendo...


Meu sonho de consumo


Carro astral da gota serena

Um flotter, seguido de um backing vocal, etc! Porra nenhuma


Estilo de onda que eu me amarro: apesar de fechada, gorda e um pouco mais lenta

quinta-feira, outubro 02, 2008

Loucura II

Loucura é ver poste dar nó!


Loucura mesmo é jantar com a sua família, e observar paquidermes degustando da mesma refeição que você...isso 6 meses após a loucura inicial....e haja gnomo!!!!

quarta-feira, outubro 01, 2008

Upside down

Mas ontem eu estava ouvindo esse som sem prestar bem atenção (normal), e acabei viajando na letra.

Ops...essa é uma música de Jack Johnson que fala sobre uma coisa que devemos fazer várias vezes na nossa vida: mudar tudo, virar ao avesso, colocar as coisas de cabeça para baixo. Como diria a minha mãe: "deu meia-volta", ou "virou de ponta cabeça"

Realmente ela fala sobre não perdermos tempo, sobre compartilhar, sobre não se deixar vencer. Me amarrei nesse som (será que JJ anda se inspirando nas letras de Bob Marley?).

Ganhamos problemas por vezes ficando trancados sem saber o que fazer. Sozinhos em qualquer lugar, mesmo rodeados de pessoas legais no sentimos solitários. Temos que mudar, fazer a diferença. Estilo "coeteris paribus"...mesmo que tudo ao redor seja estático, estaremos mudando.

Assim, será que não está na hora de fazermos pela primeira vez o que já fizemos antes? Fazer as coisas de uma forma diferente. Quando se trata de imaginação, as portas que se abrem, nunca mais fecham.

Não está parecendo um texto de auto-ajuda?. Porra nenhuma! A Sunway toca esse som, e é uma viagem....

Assim que rolar um show, aviso pra galera.

terça-feira, setembro 23, 2008

Sunway nos 10 anos de Arlivre

Previsão de início do show: 18h30. Gustavo disse: “Não atrasem, seus porras! Eu vou aplicar uma prova e tenho que sair às 20h. Tudo certo!!!

Nem tudo são flores. Saí do trampo nos 47 do segundo tempo (e que segundo tempo!). Já peguei um engarrafamento de cara. Fui fazer o retorno, e tinha uns 7 caminhões, 8 carros e 1 carroça (ô invenção que eu adoro!). Eu pensei: aí vai demorar no mínimo 20 minutos. Acelerei e fui pegar o viaduto na saída da cidade. Na volta, acho que encontrei uns 40 carros a 30km/h. Tava ruim demais para desviar. Isso foi pra começar. Quando estava passando na frente do cemitério São João Batista, Aroldo me ligou perguntando onde eu estava. Eu respondi: “To chegando em casa”. Ele disse: “To fudido! Não saí do trabalho até agora!”. Com a pressa que eu estava, falei: “Caralho, velho! Putaqueopariu! Fudeu tudo!”. Ele riu e disse que estava terminando de montar a bateria na Arlivre. Aí eu xinguei por causa do susto que ele me deu. Liguei pra Gustavo para saber se ele tinha como imprimir o set list, e ele disse que estavam todos impressos (ô alívio). A volta continuou do mesmo jeito: trânsito lento, eu mordendo os lábios por causa da impaciência...normal.

Quando cheguei em casa, entrei a milhão. Larguei a mochila no quarto, liguei o chuveiro, comecei a procurar bermuda, camisa, tênis, separei os instrumentos (violão e escaleta), me aprontei mais rápido do que sempre. Desci para comer alguma coisa rápida e não pensei duas vezes: bebi um negocinho pra esquentar. No caminho da minha casa para a Arlivre (diga-se de passagem 800m) outro engarrafamento(quase que tive um constipil - acho que é assim que escreve). Deixei o meu violão com Cobão na Arlivre e fui estacionar a viatura. No caminho resolvi testar a escaleta (ô cara de cu! Com o carro em movimento é foda), e dei uma pancada no lábio superior que feriu.

Carro estacionado, peguei a escaleta e o pedestal e saí com os passos apressados até a Arlivre. Em lá chegando, já estavam todos da banda (eu acho!) e o melhor: já estava quase tudo testado. Eu pluguei o violão, testei, nivelaram a altura dos dois violões, as vozes, tudo pronto!

Aí veio a notícia: “Será que vocês podem atrasar um pouquinho? As modelos estão se aprontando”. Então tá tudo certo! A única coisa que a gente tinha que se preocupar era a prova de Gustavo, portanto, enquanto ele não chiasse, não tínhamos um problema. Logo depois recebemos o aviso que já estava quase tudo pronto. Ficamos a postos, e na hora, pau na moleira. Foi um show mais leve, mais carregado de JJ, Ben Harper, Donavon, e sons com menos distorção.

O show transcorreu na maior tranqüilidade. Sem dúvida a idéia de tocar durante um desfile nos agradou (tanto que repetimos).

Mais uma vez, parabéns ao pessoal da Arlivre pela iniciativa, e pelos 10 anos!

sábado, setembro 20, 2008

Doideira

Doideira é você ficar tão louco, mas tão louco, que no dia seguinte você acorda em algum lugar que nunca esteve, não sabe como chegou e pra piorar: está com uma nova tatuagem! kkkkkk

terça-feira, setembro 16, 2008

Layla - de uma forma grosseira!!!!

Bom, eu estava trocando umas idéias com uma guria lá no cafofo, e resolvi bater um pinho(tocar uma viola). Comecei rolando uns sons estilo surf, como ultimamente tenho feito, para depois dar continuidade aos sons que eu sempre toquei.


Entre umas e outras, resolvi tocar Layla de Eric Clapton. Apesar de já ter esquecido(ou nem ter decorado) uma parte da letra, cantei assim mesmo.


Logo que terminei, ela disse apontando para o braço: “Pô, arrepiou!”. Aí, como eu gosto de me gabar, resolvi contar a minha versão desta música – na verdade a versão não é minha, e sim o que eu entendi. Vou deixar de muita conversa e mandar pra frente.


Os personagens são: Pattie Boyd: transeira e feiticeira, Eric Clapton: cheirão e George Harisson: fura-fronha. Essa é a saga da semana!!!


Rapaz, fiquei impressionado com essa miserável. Deve dar um picote caprichado! Nunca vi uma coisa dessas. Deve ser uma devassa, uma louca na cama, daquelas que se penduram no lustre, pulam de cima do guarda-roupas, falam um monte de sacanagem, e outras “cositas más”! Pattie Boyd, pelo que entendi, era uma anônima, até ser selecionada para ser uma “quase-figurante”(quase-figurante para mim significa: sub-auxiliar de pedreiro) de “A hard days night”, um filme dos Beatles. Depois disso tudo, virou flores...drogas, diversão, drogas, sexo, drogas, rock and roll, drogas, drogas, drogas e chapação total.


Pattie é a musa inspiradora de duas músicas muito legais: Something(George Harisson), que na minha opinião é uma das melhores dos Beatles, inclusive já teve mais de 150 regravações, e Layla(Eric Clapton), que como eu disse no preâmbulo, é de arrepiar. Adoro todas as versões que já ouvi das duas músicas.


Something trata de um amor próximo, de uma pessoa que está ao lado, sobre prova de amor, etc. Já layla, essa é totalmente carregada de sentimentos. Essa dá pra sentir que Clapton esta pedindo pra Pattie que ou deixe George e fique com ele, ou diga de vez que não quer nada. Essa dói!!!


George era furão, porém não era trouxa - traçava Pattie, Paula (irmã de Pattie), a esposa de Ringo, e quem passasse pela frente! Se me apresentassem a um fi do cabrunco desses, eu ficava encostado na parede até ele ir embora - só acertou o mimoso de Olívia e teve um único filho. Fiquei aqui pensando: será que ele lascou Yoko?


Apesar de George ser esse miserável todo, quando ele começou a freqüentar o templo de Maharishi Mahesh, na Índia, ficou obcecado por meditação, chegando por várias vezes a ficar depressivo. Isso, além da (RPG)raparigagem, afastava Pattie dele.


Saindo um pouco de perto dessa galera e falando sobre Eric Clapton, até hoje dá para notar um cara tímido e simples, que não se mostra como um Deus da guitarra. Ele já era assim há muito tempo, mesmo na época em que pichavam nos muros “Clapton é Deus”. Logo que ele percebeu o amor que sentia por Pattie, resolveu falar a verdade. Se fudeu! Ela, apesar de ter sentido uma forte atração, ainda não era gaieira, e resolveu não encher Harisson de pontas! Isso detonou Clapton, que chegou ao ponto de sumir por três anos(diga-se de passagem, sumir de tanta heroína). A grande parada é que o cagaço dele era agulha, então ele não se injetava com heroína, mas cheirava como se fosse cocaína. O miserável era tão profissional, que andava com uma colher de ouro no pescoço, e ali ele cheirava. O cara se amarrava na festa do porco(só focinhada). Devia ter o apelido de Clapton Rabisquim!


Pensem numa história louca! Conclusão: um cara se apaixona pela mulher do melhor amigo, dá a real pra ele, ele concorda em ceder a mulher(porque amor é uma parada efêmera), a mulher segue o fluxo e fica tudo resolvido. É demais.


Este post não tem nada a ver com a Sunway...ufff...que bom!

quarta-feira, setembro 03, 2008

Paticipação da Sunway nos 10 anos da Sibberia - da passagem ao show

Tudo começou com a passagem de som. Tava marcada para 19h. A Sibberia só conseguiu finalizar por volta das 19h40. Como normalmente quem implica com horário de passagem de som é Danniel, e ele estava passando som com a Sibberia, ficamos tranqüilos.


A passagem de som nunca foi tão tranqüila – exceto para Danniel(porra, o que é que vc tem, miserável?) – a bateria já estava pronta, faltando apenas a caixa, o meu violão(nunca ouvi o som tão legal como neste dia!) também foi muito rápido(até porque Anselmo já conhece o timbre do Martin), a voz já tinha sido passada por Junior(vocalista da Sibberia) e faltava apenas uns ajustes, o baixo estava com um zumbido, mas logo que detectaram que era falta de bateria foi resolvido, a lap steel também não teve maiores problemas(só zumbidos). Mas aquele Takamine de Dandan, pelamordedeus!!!! É ruim demais!


Finalizada a passagem de som, confirmamos o horário do início do show e depois voltamos para casa. Eu sugeri que fôssemos comer alguma coisa(só para rolar integração) mas Thales queria jantar em com a esposa, Gustavo queria ficar com a namorada, Dandan nem respondeu, e Aroldo tava cheio de birita e só queria descansar.


Às 23h20, dez minutos antes do início previsto do show, Aroldo me liga com voz de enterro dizendo que tinha ficado com a pressão baixa, e iria atrasar um pouco. Thales já estava lá na maior pilha, Dandan nem se fala. Aí chegou Gustavo com uma garrafa de Absolut!!! Ô negocinho bom da gota serena! Tive que enfrentar. Ficamos no camarim trocando umas idéias, Diogo Montalvão falou sobre o blog da Sunway(ele disse que gostou quando eu falei sobre o surf da galera! Kkkk). Enquanto isso, afinamos os instrumentos, colocamos no palco, etc(essa falta de roadie me mata!).


Aroldo chegou com cara de desastre, e então ficou pronto o time(capenga, mas tava). Todos foram para o palco para esperar a hora de abrir a cortina e descer a madeira. Só de falar sobre esta hora, a minha barriga já dá sinal de vida. A expectativa da entrada é uma das horas mais legais do show. Tudo testado, guitarra, violões, baixo, backing vocals, voz...ops...caralho...cadê a voz? A cortina abriu e eu tinha certeza que o técnico iria resolver tudo. Ele mexia pra cá e pra La, e nada! Comecei assoprando, depois fiquei acenando, depois fiquei cantando...não saia porra nenhuma...sufoco ferrado! Eu apontava para o microfone, a banda inteira tocando e agonia só aumentava. Aí eu olhei para o cara que estava ao lado do técnico tentando me falar alguma coisa. Ele dizia: “O Power!!!!”. Eu esqueci de ligar o microfone! Ô jumento!!!


A partir de então tudo transcorreu legal, fora os erros que deveriam ser normais. Nesse dia nada foi normal. Aroldo estava totalmente “melado de manga”. Eu olhava para ele e só via a cara de “tô fudido, tomara que acabe logo!!”. Só que eu estava na maior animação! A galera conhecida, set list mudado, vodca nas idéias, tudo de melhor!


Sem dúvida alguma foi o show que estávamos mais desentrosados, porém um dos que sentimos bom resultado. O som do retorno estava ruim, porém o do PA estava ótimo.


Mais uma vez, eu me amarrei! Todos os mal entendidos foram resolvidos...kkkkk...e já estamos nos preparando para o próximo show, que acontecerá no dia 18 de setembro(quinta-feira), às 18h30 na Arlivre. Vai ser doideira!!!