terça-feira, abril 15, 2008

Califórnia Trip - Mais fotos

Mais fotos aí pra galera!!!
Bruno, valeu pela força! A Sequência fazendo o SURF acontecer em Sergipe!!!!


Thales



Mario coordenando o fedor de cueca!!!


Loda e Thales


Já encontrou, Márcio????

Kátia, Marina e Serginho


Cobão, Vevé, Kátia, Marina, Dhenio e Marcela

segunda-feira, abril 14, 2008

California Trip - Show

Sábado(12/04) rolou na Live a festa California Trip. O som ficou por conta da Sunway, Capitão Parafina e os Haoles e Dj Versiani.

Pelo nome do evento, dá pra saber que a Surf Music esteve bem presente! Pois é...as duas bandas têm este ponto em comum, apesar das características peculiares de cada uma delas. A Sunway explora bem o som mais "acústico" com percussão e o uso de uma guitarra um pouco mais "suja" de vez em quando. Já a Capitão Parafina executa um som mais "cru" com uma guitara marcante e uma volta ao passado. Todas as duas com uma sonoridade bem diferente do comum!


A Live foi caracterizada com Longboards feitos por Toninho(Boca Brava) e nas telas, foram mostrados vários vídeos de surf. Também rolou o sorteio de uma prancha da Sequencia(lindona) e vários brindes.


A produção do evento mais uma vez ficou por conta de Mário Eugenio(Meugenio Produções);


Me amarrei na galera que esteve lá! Foi o astral!!!!

Sunway


Sunway


Carol e Vanessa


Diego e amigo


Paty e Lê





quinta-feira, abril 10, 2008

Shows da Sunway

Sem dúvida alguma é a maior curtição tocar com a galera da Sunway. Desde a preparação, a entrada no palco, durante o show, fim de show, a galera que vai ver e ouvir, as coisas que são ditas por todos, o clima da banda, as decisões tomadas sem aviso prévio, etc. Tudo isso dá o maior frio na barriga e certifica realmente que a gente está vivo.

Cada pico que a Sunway toca tem um astral diferente, contudo todos são muito bons de tocar. Começamos tocando no lugar que sempre deu o maior espaço desde o começo: Tequila Café, o bar mais legal que já rolou em Aracaju.

O Tequila era - infelizmente acabou - um barzinho com estilo mexicano que sempre dava espaço para bandas que estavam começando. O astral de lá sempre foi muito bom, lugar de gente descolada e bonita. Valia a pena ir lá.

Tequila Café


O Teimonde foi o segundo lugar em que tocamos. Não é muito o estilo da banda, mas na época estava rolando um projeto de alguma coisa que eu não lembro bem, e várias bandas locais estavam se apresentando. A Sunway pegou essa carona. Lá ficou caracterizado pelo palco bem pequeno. Foi engraçado porque quase não coubemos em cima dele. Se não me engano o amplificador de Gustavo caiu do banco. A gente se divertiu muito nesse dia.

O Palmae foi o lugar dos marcos:

- A Sunway, pela primeira vez, tocou com Thales em lugar público(antes disso tinha sido na minha casa, no meu aniversário);

- Eu tomei a primeira cachaça ferrada durante um show(Cobão, dono do Palmae, levou suco de laranja no traço – cheio de Danzka(vodka miserável!!!)) e falei mais do que deveria(normal);

- Os caras da Live viram a Sunway tocando e convidaram pra um show lá. Sem dúvida o Palmae é a segunda casa da Sunway.

Palmae


A Sunway já tocou três vezes na Live e já se sente em casa. E lá também tem história. Lá é o lugar que Danniel sempre toca com fone de ouvido(ao invés de drive de retorno), e se torna mais apático do que sempre(parece que fica mais aéreo). A live também é o lugar que pela primeira vez, eu comecei a cantar sem o pedestal e o livro de letras(horrível), também chamado de “Kit Lelo Almeida”, ou ainda “Kit Jr da Sibberia”.

Live


Na Arlivre foi feito o primeiro pocket show(show de curta duração) da Sunway. A idéia(de muito bom gosto de tio Gildo e Juliana) foi apresentar a coleção de verão(verão, tudo a ver!!!) com modelos muito legais e um som ao vivo(substituindo o som mecânico, típico deste tipo de evento). O resultado foi um ambiente muito bem caracterizado, um desfile de chamar atenção, e um som de primeira qualidade(sem querer me gabar!)

Arlivre


Em novembro de 2007, Mário Eugênio convidou a Sunway para tocar no Rock Surf Festival. Este evento, como o nome diz, só tinha a ver com surf. Três bandas tocaram no dia: “Sunway”, “Beach Boys Cover” e “Capitão Parafina e o haoles”. Pelos nomes, dá pra ver que rolou muita surf music. A agitação foi geral! O evento foi open bar e eu só vi saindo gente louca de lá...se é que eu vi mesmo!

Camping


Verão Sergipe: pooooooooorraaaaaaaaaa!!!!!!!!! Esse foi o pico!!!! Na moral, tinha gente demais(pelo menos pra o que a Sunway está acostumada, tinha sim!). O som era enorme, a dor de barriga também(como já diria Aroldo). Tínhamos acertado com Dudu(técnico de som) para ficar responsável pelo P.A.(som externo), mas ele não pôde comparecer. No lugar de Dudu foi Anselmo(o gordinho) e deu um show lá! O show foi bom demais, tirando a porra da gaita(alta que só a gota serena) que ficou nos ouvidos da galera por uns dois meses(imaginem pra quem – como eu - estava com um retorno na frente!!!!), mas esse caso já foi superado...kkkkk

Verão Sergipe


Bom, essas foram as tocadas da Sunway. Apesar da preguiça dos componentes da banda para fazer shows, sempre rolam ensaios e pelo menos uma vez por mês(ou por bimestre) sempre rola um showzinho pra galera matar a secura.

Mãe de Bob Marley morre aos 81 anos de causas naturais

Vai encontrar o doidão por lá!!!!

KINGSTON - Cedella Booker, 81 anos, mãe de Bob Marley, morreu de causas naturais enquanto dormia na sua casa em Miami na terça-feira à noite. "Ela também era uma estrela. Sua vida foi de privações, luta e, finalmente, de realizações e, em tudo isso ela mostrou esperança, força e confiança," afirmou o primeiro-ministro da Jamaica Bruce Golding.

"A senhora Booker era a matriarca de um movimento tão poderoso que as qualidades místicas do legado musical de Marley continuam fortes e potentes," elogiou a ministra da informação jamaicana Olivia Grange.

Cedella, natural da Jamaica, casou-se aos 18 anos com o inglês Norval Marley, 50 anos. Depois que o marido morreu em 1955, ela se casou com um americano e foi morar no estado americano de Delaware. Ela escreveu dois livros sobre seu filho e gravou os discos "Awake Zion!" e "Smilin' island of song."

terça-feira, abril 01, 2008

Califórnia Trip


CALIFÓRNIA TRIP

É isso aí, galera!

Dia 12 de abril vai rolar a maior sonzeira na Live!

Sunway e Capitão Parafina irão se encontrar mais uma vez para decolar na viagem da SURFbeachMUSIC!!!!!

Vai rolar muita música, arte, cultura e surf!!!

Este evento tem apoio da seqüência, que irá sortear uma prancha de surf! Ótima oportunidade pra quem está com vontade de iniciar pegando uns tubos aqui em Aracaju!!!!

Bom, lá vai:

Evento: Califórnia Trip;

Bandas: Sunway e Capitão Parafina e os Haoles;

Local: Live;

Data: 12 de abril de 2008;

Horário: 22 horas;

terça-feira, março 25, 2008

O vocalista


Live


Verão Sergipe


Verão Sergipe


Verão Sergipe

Luciano, também chamado de baixinho, é o vocalista e violonista da Sunway. Ele toca com um Martin(semelhante ao de Eric Clapton), mas até pouco tempo atrás, usava um Crafter(bem mais ou menos, por sinal). Com a inserção de algumas músicas no set list, começou também a tocar escaleta(piano de sopro).

Luciano está na Sunway desde o começo da banda, e foi o responsável pelo convite de Ianto(baixista que não entrou na banda por razões próprias), Gustavo(atual baixista), Diego(baterista que também não entrou na banda por razões próprias) e Aroldo(atual baterista).

Na opinião de Thales, o baixinho é um matuto. Ele falou que viu Luciano com o estilo altamente surfwear e disse: porra, maneaaaro!!! Quando o cara abriu a boca, ele disse: porra, esse bicho sabe falar inglês mesmo?

Para Aroldo, Luciano é intenso. Não faz nada pouco: quando bebe, bebe exageradamente, quando toca violão, faz por 5 horas seguidas, quando corre é capaz de morrer. Segundo Aroldo, o baixinho é o cara que tem mais história atrapalhada nesse mundo. É quem mais fala coisa errada na hora de ficar calado! Aroldo também gosta de frisar(e contar pra todo mundo) que toda vez que rola um show, o baixinho tem dor de barriga(mentira!).

Para Danniel, Luciano é um fuleiro, que não liga pra nada, um pica tonta!

Para Gustavo, o baixinho é um reclamão. Reclama do som do baixo que está agudo, grave, baixo, alto. Nunca está contente. Marrento ao ponto de dar bronca no próprio espelho!

Na verdade, Lucianinho é o típico cara sinistro. Diz as maiores loucuras pra qualquer pessoa(mesmo para quem ele não conhece). Se beber, aí já sabe: além de falar, vai agir da mesma forma também. Normalmente faz isso.

O baixinho se amarra muito em fazer um som com os “caras”, não importa qual seja o som. Ele gosta de música de qualidade(apesar de ouvir coisa ruim também).

As bandas que o baixinho está sempre ouvindo são Dave Matthews, Pearl Jam, Jamiroquai, Jack Johnson, Ben Harper, The Beautiful Girls, G. Loves, Audioslave, John Coltrane, Miles Davis, Al Jarreau, Bob Marley, Maria Scombona, Donavon Frankenreiter, Beatles, Doors, Led Zeppelin, Jackson do Pandeiro, Baia e os Rockboys, Eagle Eye Cherry, Weezer, Teenage Fanclub, Velvet Revolver, Velvet Underground, Quincy Jones, Stone Temple Pilots, Natiruts, Denise Reis, Secos e Molhados, Eric Clapton, Charlie Parker, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Thelonious Monk, Edith Piaf, Chico Buarque, Adoniran Barbosa, Pixinguinha, Noite Lustrada, R.E.M., Australian Crawl, Gang Gajang, Cachorro Grande, Foo Fighters, Clara Nunes, Manu Chao, Orishas, Matt Costa, Black Eyed Peas e várias outras coisas.

Bom, já basta! Falar sobre os outros é uma coisa. Falar sobre si mesmo sem se gabar, vangloriar, ou sem se desmerecer, é muito complicado. Falou.

quarta-feira, março 19, 2008

O baterista

Verão Sergipe


Palmae


Verão Sergipe


Aroldo, também chamado de Loda, é o baterista da Sunway. Ele toca com uma bateria Odery(muito legal) e com pratos Orion(nem tão legais assim...mas o som é bom). Normalmente usa baquetas estilo vassourinhas ou palito de churrasco, mas também utiliza as convencionais.

Como a idéia inicial da banda era não utilizar bateria, e sim percussão, Aroldo não foi convidado(apesar de ter sido cogitado) porque não possuía nada que remetesse a este tipo de instrumento – na verdade ele não tinha instrumento algum à época – tinha vendido uma bateria e estava “parado”. Ficou alucinado com som dos que já tocavam na banda e resolveu providenciar um bongô no dia seguinte.

Loda utilizou o bongô e uma meia-lua – que era apoiada em um chinelo e saía um som irado para a época – nos ensaios que ocorreram na minha casa. Com a aquisição da bateria, a banda tomou mais “corpo” e os sons começaram a ser mais bem executados além de terem ficado mais uniformes.

Aroldo tocou por muito tempo na banda Shamã. Foi lá que ele adquiriu experiência de banda. Na Shamã, Loda ainda não fazia backing vocal, não tocava direito e às vezes não agüentava tocar até o fim do show por causa do cansaço. Já na Sunway, por tocar um som mais leve, aconteceu uma notória evolução da forma de tocar, das viradas, das introduções, dos finais, etc. Melhorou mesmo.

Na Sunway, depois de todo o entrosamento, Aroldo mostrou ser muito bom em dinâmica(muito bom mesmo!), e isso é transmitido para toda a banda. Dinâmica nada mais é do que fazer com que por alguns instantes a música seja chata e calma, e por vezes dê uma crescida(parecendo até outra música). O grande problema é que às vezes sem notar isso é feito por várias vezes na música. Lembra até Dave Matthews Band(DMB)...ai ai..kkkk

Por falar em Dave Matthews, Aroldo adora DMB, que na minha opinião é a banda com mais dinâmica do mundo. Deve ter vindo daí uma grande parte da sua influência musical.

Para mim, é muito difícil ser imparcial ao falar de Aroldo, porque além de ser baterista da banda que eu toco, é um grande amigo. Mas não um amigo apenas para todas as horas, é um amigo de outras vidas. É um cara que está ao meu lado nas horas em que mais preciso e nas horas em que menos preciso, também! Há algum tempo, quase fui adotado por ele, Amanda(sua esposa) e Theo(seu filho, um shit-su).

Voltando à Sunway, Aroldo é o cara que provavelmente começará a semana de mau humor se por acaso não ensaiar no domingo. É muito comprometido com a banda e está sempre disposto a desmarcar tudo para ensaiar. Além de todas essas qualidades, ele possui a melhor de todas: é o dono do estúdio. Se não ensaiar, ninguém ensaia! Rsrsrs

Espero que Aroldo continue dedicando todo esse tempo e disposição à banda, e que o crescimento seja continuo. Como já falei algumas vezes, quero tocar sempre com ele, mesmo que todos tenham mudado(como já aconteceu).

sexta-feira, março 14, 2008

O violonista

Aniversário de Dandan


Dandan e a sua mania de empinar o gogó!


Sunway e Muca na Live


Danniel, também chamado de amarelinho ou Dandan, é o violonista da banda. Ele usa um Takamine vinho, que já de cara veio com problema: ele encomendou o violão em Salvador, quando chegou em casa, o violão tinha vindo errado e a loja pegou de volta. Ele ficou empolgado e chateado no mesmo dia. Aí então ele resolveu comprar em Aracaju, até porque poderia testar o violão, verificando a qualidade do som, se estava com problemas, etc.

Danniel iniciou as aulas de violão aos 12 anos, com Del Alencar, filha de Aglaé de Alencar, que também deu aulas mim. A partir de então, desenvolveu este talento que tanto encanta as pessoas – não só de fora, como também da Sunway.

Danniel sempre teve como maior influência o pop nacional como Legião Urbana, Capital Inicial(urghhh), Barão, Lobão(nunca vi um cara pra falar tanta bosta durante um show. Ele deveria discutir política na casa do cacete, de preferência sozinho. Se eu quiser saber sobre política, leio Bolívar Lamounier e não vou para um show de Lobão. Se quiser assistir a um show, também não é o de Lobão que eu vou mais!!!), Ultraje e outras merdas, como eu costumo chamar. Ultimamente ele também tem ouvido Nando Reis(esse é bom!), Los Hermanos(dou valor), e alguns sons bem legais apresentados pelo baixinho(por mim, no caso).

Danniel é o cara que nada abala neste mundo. Se ganhar na SENA, ele diz: beleza. Se o mundo estiver acabando ele diz: beleza. Mas isso é preciso ver para compreender. Ele provavelmente dirá “beleza” no mesmo tom de voz das duas coisas. É o típico cara manso, não faz mal a uma formiga de roça, muito menos a uma trinca-cunhão(raça de formiga, pra quem não conhece). É um cara muito reservado, e é capaz de fazer uma viagem de várias horas sem dar uma palavra.

Segundo Thales, e também os outros integrantes da banda, Dandan é o cara que “dá uma segurada” no som da Sunway. O violão dá uma característica especial ao som, o timbre(com o médio zerado) denota de cara a sua presença.

Além de tocar muito bem a sua viola, o amarelinho também tem melhorado muito o backing vocal – de vez em quando dá as suas ratadas – mas já está bem melhor do que no começo da banda.

Danniel, apesar de caga raiva, chato, mal humorado, reclamão, cara feia, pé no saco, etc, etc e etc, é um cara brother e que todos da banda gostam muito(se não gostassem, não duraria muito tempo). Competente no que faz e detalhista ao extremo, descobre e toca com perfeição as partes mais escondidas das músicas do set list da Sunway.

terça-feira, março 11, 2008

O Guitarrista

Vou aproveitar que Thales casou hoje, para postar sobre ele

Live


Live


Verão Sergipe

Thales, o mineiro, é o guitarrista da Sunway. Digo guitarrista, porém ele é o multi funções da banda. Toca além da sua guitarra havaiana, guitarra semi-acústica, bongô, ovos(isso mesmo: OVOS!), pau de chuva, e pra completar ainda tira um som da bateria e faz uns backing vocais sem microfone(só pra agitar).

O mineiro de Juiz de Fora é o mais velho de todos os integrantes. Não que dê para perceber isso aparentemente, mas como ele tem papo de coroa, é só esperar ele abrir a boca que logo dá pra notar.

A entrada de Thales na Sunway, foi considerada por todos(inclusive por ele) um marco na história da banda. Com a lap steel(guitarra havaiana), ele trouxe à banda uma maior identidade. Com seus timbres bem estilo praia, e seu estilo peculiar de tocar, deu um gás todo especial.

Mas a entrada de Thales não foi apenas beneficio para a Sunway. Ele ficou realmente realizado em poder tocar com essa galera de bem(ele fala isso todos os dias). Além disso, é o estilo de som que ele sempre quis tocar com seus instrumentos peculiares, mas nunca teve a oportunidade.

Thales é sem dúvida o cara mais preocupado com os shows: além de ser o músico de maior contato com o meio artístico, está sempre procurando boas oportunidades. Ele fica na maior pilha de preparar o show, mesmo que seja 2 meses antes de tocar. Ele pensa como deverá ser desde o começo, até o fim. Ultimamente, tem até pensado no que o baixinho(vocalista) irá falar durante os shows. Não que isso seja ruim. A preocupação dele tem fundamento: é que quando o baixinho bebe uns negocinhos(como costuma falar), ele interage demais com o público, causando por certas vezes um constrangimento desnecessário.

O mineirim é sem dúvida um cara muito querido não apenas por todos da banda, como também por onde tem deixado sua marca.

terça-feira, março 04, 2008

O baixista

Galera,

A partir desta semana vou mandar a minha impressão sobre cada músico da Sunway. Se eles discordarem, eles me dão porrada depois.





Gustavo Barreto, vulgo boca de sorvete, é o baixista da Sunway. Ele atualmente usa um baixo feito por Elifas Santana, luthier de Aracaju, mas por muito tempo tocou com um baixo Cort que tinha um som rasgante - semelhante à perna de Raimundinho(como ele próprio descreveu) - típico som de baixo aleijado.

Boca já tocou em várias bandas antes da Sunway. Tocou na Shamã, na Red Mosquito(cover de Pearl Jam), e até em algumas bandas de heavy metal - que é realmente o seu forte - que deixaram-no cada vez mais moco(surdo).

Quando foi convidado a tocar na Sunway, ele só aceitou porque estava sem banda, mas foi logo avisando: "Se aparecer qualquer coisa, eu caio fora!".

É também conhecido como inconveniente, pelo simples fato de não parar sequer um segundo de tocar qualquer coisa – qualquer coisa mesmo(axé, heavy, hardcore, baladas, brega) – mesmo quando todos estão parados discutindo o que fazer, o que tocar, etc. Enche o saco mesmo e acha legal, ou não percebe.

Hoje, com o maior costume de ouvir surf music, seu ouvido já está bem mais tranqüilo e ele consegue até tocar/ensaiar com o volume um pouco mais baixo. No começo dos ensaios, o som do baixo se sobressaia tanto, que chegava a deixar os outros instrumentos inaudíveis(inclusive a bateria).

Gustavo é considerado por uns uma pessoa tranqüila, e gente boa. Por outros um chato que dá opinião(mesmo que errada, ou nada a ver, ou só pra falar besteira mesmo) o tempo inteiro. Eu digo o seguinte: Boca é um cara que além de todas as qualidades supra citadas, é um cara muito responsável em tudo o que faz. É sem dúvida o mais cheio de atribuições que toca na banda. Divide seu tempo entre dois trampos, banda, surf, namorada(e olhe que ela mora longe!!!), família, etc.

A Gustavo, desejamos toda a felicidade, estando ou não ao lado da Sunway. Sabe que se for, deixará saudades. Mas se for o melhor, todos estarão ao lado desta decisão.

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Vídeos de Pirambu - Verão Sergipe

Seria redundância dizer que o show de Pirambu foi do caralho, apesar de ter sido o único show(eu acho) que eu não falei - nenhuma vez - esta palavra de baixo calão...estranho demais, porém é a pura verdade!!!
Normalmente eu falo isso quando o show está muito bom, ou eu já bebi uns negocinhos! Ééééé...imaginem um cara relaxado...SOU EU!!!!
No show anterior ao Verão Sergipe, eu falei isso tantas vezes que fiquei rotulado com este palavrão.
Abaixo estão os vídeos do Verão Sergipe. Se der pra conferir, se liguem: estão do caralho!


http://www.youtube.com/watch?v=E5xALoid-GA

Diamonds on the inside

http://www.youtube.com/watch?v=OsJms5WxSms

Sitting, Waiting, Wishing

http://www.youtube.com/watch?v=Gp_6donAFcE

Staple it together

http://www.youtube.com/watch?v=JSzt110831M

Banana Pankakes

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Influências da Sunway

Bob Marley


A Sunway tem como maiores influências musicais Jack Johnson, Ben Harper, Donavon, Eagle Eye, Bob Marley, etc Dentre tantos nomes, escolhi começar falando sobre Bob Marley.

Marley deve ser lembrado pelos seus feitos. Sempre pregou a união entre os povos, quis acabar o preconceito entre brancos e negros, criava vários piolhos no meio dos seus dreadlocks e devia feder horrores com aquela cara ensebada.

A gente toca (pelo menos por enquanto) “I shot the sheriff” e “Roots, rock, reggae”, afora algumas outras que entram como sons incidentais (ou seriam acidentais?)...

Citações de Bob também são sempre feitas durante o show. Aqui vai uma delas: “O mundo seria perfeito se todo dia fizesse sol, se todo mar tivesse onda, se toda música fosse reggae e se toda fumaça fizesse a cabeça”. Sábio Bob...

A canção “I shot the sheriff” já foi gravada por Eric Clapton e traz consigo a idéia de liberdade. Aliás, Robert Nesta Marley sempre esteve preocupado com a liberdade, não só liberdade dos negros, mas a liberdade da alma e da mente... Como ele já disse em outra de suas canções: “Emancipate yourselves from mental slavery; None but ourselves can free our minds” (liberdade na forma de pensar, na forma de agir, na forma de ser doidão, etc...). Mas voltando à música em questão, ele diz: "They're are tryin' to track me down", ou seja, "eles estão querendo me pegar" – várias pessoas, ou coisas, queriam pegá-lo. Além do xerife John Brown (provavelmente personagem fictício – ou não, quem sabe - que ele cita na música), ainda tinha a questão do preconceito, das amarras, das dificuldades, da pobreza, etc.

Bob tá no sangue, tá na alma, tá na idéia, tá na forma de dançar, de pensar, tá nas camisetas e nas cabeças das pessoas. É preciso entender a mensagem de paz que ele nos deixou, seus ideais sobre o mundo e o que ainda está vivo dele.




terça-feira, fevereiro 19, 2008

Ensaios da Sunway



Os ensaios da Sunway são sempre regados à muita descontração e tiração de onda uns com a cara dos outros. São ensaios normalmente muito produtivos e relaxantes.

No início os ensaios eram feitos ali mesmo na minha garagem e contava basicamente com quatro bancos(da cozinha), um ventilador, bongô e baixo (o único amplificado). Na garagem fazia um calor do saci, a galera toda saia de lá parecendo que estava dentro de uma sauna.

Então, para dar continuidade sem maiores problemas, mudamos para a casa do tio de Loda (Aroldo), que cedeu uma garagem pra que os ensaios pudessem ser executados. O lugar tinha até um bom espaço, e nada mais além de duas paredes!!!

Aroldo chegou todo empolgado na minha casa e disse: “Baixinho, já temos um pico para os ensaios!”. Quando eu fui ver... “Porra, Loda! Vai ser um trabalho do caralho! É melhor alugar uma bosta qualquer!”.

Bom, Aroldo fez um orçamento a cunhão (de cabeça mesmo!) e mirou pra baixo. Então estava tudo certo: a gente iria gastar bem pouco, mas o retorno seria incalculável. Eu avalizei e as obras iniciaram na semana seguinte.

Acompanhamos passo a passo: construção das paredes, telhado, colocação da porta e gesso, aplicação dos carpetes e espumas, colocação do ar condicionado, etc. Na primeira semana caiu um toró (toró do cabrunco mesmo!), daí a gente lembrou (da pior forma...) que não tinha feito bicas para escorrimento da água pluvial (até porque para ser fluvial, teria que ser um dilúvio). Não deu outra: o estúdio ficou podre a mofo!!! Deu infiltração nas paredes e a sensação lá dentro era de se estar sufocado. E Isso tudo antes mesmo da gente iniciar o primeiro ensaio. Porra, foi foda essa situação, mas já tinha até caído no esquecimento (sorte que agora temos um blog...rsrsrs).

Resolvidos todos os problemas, iniciamos os ensaios lá. O pico, apesar de quente, era muito confortável – era só deixar o ar condicionado ligado por alguns minutos antes de iniciar o ensaio que estava tudo resolvido – e cada um ficava em um canto. Como não tínhamos banco, ou sentávamos em cima dos amplificadores, ou no chão, ou ficávamos de pé mesmo. Logo depois ganhamos dois bancos do bar da casa dos pais de Amanda (esposa de Loda) e compramos mais quatro de plástico. Aí sim os ensaios ficaram mais confortáveis e legais, já dava pra ensaiar por mais tempo sem ter dores nas pernas ou câimbra.

Neste estúdio passamos um bom tempo, até que um dia tivemos a bela notícia que o tio de Loda precisaria daquele lugar para construir uma piscina. Bom, é a vida. A gente sabia que isso poderia (ou iria) acontecer. A dor é forte, mas precisávamos de uma solução rápida, até porque estávamos com a agenda repleta de shows (aondjiiiiiii!!!!) e não podíamos parar com os ensaios.

Ensaiamos em um estúdio perto do nosso umas três vezes, isso até Aroldo xingar até a quinta geração do dono do estúdio – ele ficava puto porque o banco era desconfortável, porque a bateria corria (corria mesmo), porque o som era ruim pra cacete, etc etc.. Então resolvemos mudar. E que mudança!!! O outro, além de todos esses problemas, ainda tinha um fedor de xixi de cachorro no corredor de entrada (pense numa recepção...). O grande problema de todos os estúdios alugados é que eles têm um mau cheiro de bandas de pagodeiros (com quinze músicos) misturado com bandas de heavy metal, onde os caras ficam semeando aquele cabelo suado (vulgo batendo cabeça).

A sorte disso tudo, é que enquanto estávamos ensaiando nesses lugares legais um outro estúdio já estava sendo construído. Ô, que maravilha! Era uma parte da garagem da casa da mãe de Aroldo, que apesar de pequena (pelos cálculos que ele me mostrou), caberia toda a banda.

Começamos mais uma vez a pensar como seria e como construiríamos o novo – e definitivo – estúdio. Foram meses de trabalho e de ansiedade, mas enfim ficou pronto. Este era (e ainda é) o estúdio definitivo da Sunway. Parece uma lombriga: fino e comprido, mas o importante é que cabe toda a banda. Tô falando isso porque lembro de um amigo que tinha uma banda de pagode onde metade dos integrantes ensaiava fora e a outra metade dentro do estúdio, não importava o tempo que estivesse. Pensando assim o nosso é muito maior, apesar de termos que entrar por ordem: primeiro Aroldo (porque fica encostado na parede), depois Thales (que fica cheio de instrumento ao lado de Aroldo), depois eu (porque fico em frente à mesa de som), depois Dandan, que se amontoa com Gustavo, o boca, ao lado da porta.

Apesar de todas essas dificuldades, estamos muito satisfeitos e sempre ansiosos para que logo chegue o domingo. É o dia do encontro da galera para o ensaio na lombriga...pense num pico legal!!!!!!!!!!!







segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Palmae - 09/02/08

Pois bem, galera...sábado(09/02/08) foi dia de fazer um som no Palmae. Para os que não conhecem o Palmae, primeiro de tudo, estão perdendo. É um centro comercial na Heráclito Rolemberg cheio de coisas legais. Vou começar pelos que eu mais gosto: lá tem uma parte só com plantas – que são inspecionadas com o maior cuidado e carinho por Ricardo, vulgo Rapá, que além de conhecer uma a uma, reconhece de longe quando uma das “filhas” não está bem – outra área lavrada por Ricardo é a letraria. A letraria é o lugar pra você olhar e ficar fascinado: além dos livros que você encontra em vários lugares, existem títulos que são verdadeiras raridades, o Rapá vai buscar no fundo do poço, vai à procura mesmo! De acordo com a minha ordem, ainda tem a parte de náutica. Não que tudo me interesse, mas estou sempre dando uma olhada nas facas(adoro facas). Depois disso ainda tem ferramentas, utilidades para o lar, academia, locadora, agência de turismo, Casa Alemã, etc. Sem dúvida o Palmae é um lugar que vale a pena ser conferido. Eu me amarro.

Bem, toda essa rasgação é pra dizer que a Sunway fez mais um som lá. Tirando o meu aniversário, o Palmae foi o primeiro lugar que a Sunway tocou já com o novo integrante Thales. Com a de sábado, já são três...e queremos continuar.

Essa foi uma tocada memorável. Começamos por volta das 18h30 e pra falar a verdade eu não consigo lembrar bem que horas foi o final...foram tantos “mais um” e tantas stolichnaya que eu perdi as contas. Acho bom assim mesmo...ruim é quando eu lembro do show inteiro – significa que eu estava tenso.

Apesar da pouca divulgação, a galera que esteve lá estava muito animada. Na verdade eu estava tão animado do meio pro fim que achei que estavam todos animados!!!! Segundo Cobão, Dedé, Brenoso, Ricardo, Neném e outras pessoas(que eu também não consigo lembrar...kkkkk) foi uma das melhores tocadas da Sunway.

Mais uma vez o setlist estava carregado de sons de Jack Johnson, Donavon, Eagle Eye e outros notáveis da surf music – ou como diria Thales: “Surfbeachmusic”(esse mineiro e o seu rótulo para a Sunway).

Desta vez, a configuração instrumental da banda foi supostamente a menor possível: Aroldo levou apenas bumbo, caixa e cimbal. Gustavo levou o baixo(ele só usa isso mesmo). Dandan só levou o violão(idem a Gustavo) e eu levei meu super violão e um microfone(que já é de praxe). Thales não se conteve: além de levar tudo que sempre leva, ainda levou a sua guitarra nova. Resumindo: só quem reduziu o aparato para tocar foi Aroldo. Essa galera não tem jeito.


Gustavo, Thales, Luciano, Aroldo e Danniel


Thales e Luciano

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Filme sobre Bob Marley


Depois dos Stones, Scorsese prepara filme sobre Bob Marley

No Festival de Berlim, diretor americano revela projeto sobre ídolo do reggae.
Cineasta planeja lançamento no aniversário de 65 anos do músico, em 2010.
Depois de rodar documentários sobre Bob Dylan e Rolling Stones, este último lançado na quinta-feira (7) no Festival de Berlim, Martin Scorsese planeja dirigir um filme sobre a vida do astro do reggae Bob Marley.

O diretor revelou seu novo projeto ao jornal especializado “Screendaily” durante a abertura da mostra de Berlim, em que exibiu seu novo trabalho, "Shine a light".

De acordo com Scorsese, o longa sobre Marley já está em produção e ainda não tem título. O filme deve ser lançado mundialmente em 6 de fevereiro de 2010, data em que o músico completaria 65 anos.

O documentário é uma parceria de Martin Scorsese com a família de Bob Marley e deve focar na vida e na herança cultural deixada pelo músico, que morreu em 1981.

Ziggy Marley, filho do astro do reggae, será produtor executivo do filme. A empresa no comando da produção é a Shangri-La Entertainment, que também trabalhou no documentário sobre o Rolling Stones.