"I wanna turn the whole thing upside down...
I'll find the things they say just can't be found...
I'll share this love I find with everyone...
We'll sing and dance to Mother Nature's songs...
I don't want this feeling to go away..."
(Upside Down - JJ)
:: Componentes ::
Lucianinho (Voz/Violão),
Aroldo 'Loda' (Bateria),
Thales Rosa (Lap Steel/Guitarra),
Rômulo Gomes (Baixo)
:: Influências ::
Jack Johson, Ben Harper, The Smiths, Bob Marley, etc. etc..
Danniel "Da minha parte: Som.. do caralho. Galera..bacana demais. Uma garrafa de ballantines esvaziada... de fudeeeeer!! Todos indo ao banheiro ao mesmo tempo no meio do show.. kkkk! Sem palavras. Astral sempre lá em cima.. não tem preço! Hehe Ponto ruim.. to aqui sem dormir direito ainda.. mas resolvo isso já.." Xero, papai!!
O show foi bom demais...como eu não tenho palavras para descrever, segue conversa via e-mail dos caras da banda:
Rômulo: Ai meus caros, Acho foda isso de terminar um show e tentar entrar em contato, mandar email, falar mais merda e comentarmos mais uma vez para nos mesmo "FOI FODA!!!"kkkkk, mto bom erros, banheiros e cachaca a parte... FOI MTO DIVERTIDO e acho ki qdo fui "contrato" me explicaram que a proposta era essa! hahaEu nao vou esquecer de varios momentos... tipo como a primeira parte do show foi boa! como eu fiquei nervoso qdo Dandan falou "Pois é meu caro, eu tambem queria ir no banheiro, mas nos nao vamos!" FDP!!! kkkkk Outro momento Epico, foi Loda puxando "My Country", bom demais! Errei tudo, mas tinha uns maluco na frente cantando tao na pilha que nem perceberam! Mto bom o clima, a galera curte demais nosso repertorio, mas vou reforcar mais uma vez! Vamo Atualiza-lo, assim sobra carta na manga e quem sabe um dia a gente consegue fazer o show ate amanhecer como Luciano, digo Luquinho, sempre promete! E ainda digo mais... vamo tentar marcar alguma reuniao sem intrumentos né? ao menos pra g ente rir dessas coisas, e sempre renovar esse espirito legal da banda!Muito bom tocar com voce! Um Abração,Rômulo Alf (Ai é foda viu!)
Luciano: Rapaz...e o pior: eu tinha esquecido que tínhamos tocado My Country...kkkk Acho de fuder a hora que a gente sai do palco, e troca umas ideias no camarim! Não caia na pilha de Dandan! Na hora de mijar, largue tudo e vá logo! Deixe que eu me viro! Kkk Reunião, digo logo que é muito difícil de marcar...é melhor parar o ensaio e conversar. Só mais uma coisa: eu só mandei o dedão e balancei o pau pro seu brother, pq ele ficou o show inteiro me olhando com cara de rato que xeirou manteiga! Foi mal por ter sido grosseiro!
Valeu doidões.
Thales: Sem comentários!!! Vcs falaram de tudo, mas esqueceram q o garçom levou gelo no palco pra gente, isso nunca aconteceu na minha vida...kkk..só essa banda mesmo. Só pra reforçar.... diversão...essa é a proposta, e tem q ser sempre assim, senão vira trabalho..rss e já basta o q eu tenho...hehehe Todo mundo q eu encontrei só fala da banda com elogio e sem medo todo mundo fala q é sempre o melhor show q tem no suburbia, pq esse astral do show contagia e deixa a galera a vontade, sua cambada de mijões..rss
Abs e vamos mexer no repertório com força, teve um maluco q me pediu Gang gajang e SPY tbm, acho uma boa pedida!!
Onde queres revólver, sou coqueiro E onde queres dinheiro, sou paixão Onde queres descanso, sou desejo E onde sou só desejo, queres não E onde não queres nada, nada falta E onde voas bem alto, eu sou o chão E onde pisas o chão, minha alma salta E ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou maluco E onde queres romântico, burguês Onde queres Leblon, sou Pernambuco E onde queres eunuco, garanhão Onde queres o sim e o não, talvez E onde vês, eu não vislumbro razão Onde o queres o lobo, eu sou o irmão E onde queres cowboy, eu sou chinês
Ah! Bruta flor do querer Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espírito E onde queres ternura, eu sou tesão Onde queres o livre, decassílabo E onde buscas o anjo, sou mulher Onde queres prazer, sou o que dói E onde queres tortura, mansidão Onde queres um lar, revolução E onde queres bandido, sou herói
Eu queria querer-te amar o amor Construir-nos dulcíssima prisão Encontrar a mais justa adequação Tudo métrica e rima e nunca dor Mas a vida é real e de viés E vê só que cilada o amor me armou Eu te quero (e não queres) como sou Não te quero (e não queres) como és
Ah! Bruta flor do querer Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres comício, flipper-vídeo E onde queres romance, rockÂ’n roll Onde queres a lua, eu sou o sol E onde a pura natura, o inseticídio Onde queres mistério, eu sou a luz E onde queres um canto, o mundo inteiro Onde queres quaresma, fevereiro E onde queres coqueiro, eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim Do que em mim é de mim tão desigual Faz-me querer-te bem, querer-te mal Bem a ti, mal ao quereres assim Infinitivamente pessoal E eu querendo querer-te sem ter fim E, querendo-te, aprender o total Do querer que há e do que não há em mim
Imaginem a doideira! Desta vez, sem exageros, podem centuplicar!!! Viagem total!!!
A passagem de som foi muito boa, apesar de termos que utilizar a bóstia do fone de ouvidos.
Sobre os fones de ouvido, eu descobri que na semana anterior, em meio ao som da banda (que não sei qual foi) a polícia ambiental foi lá e saiu passando a goela em tudo! Digo passando a goela, por que não foi usado decibelímetro, e confiscaram o som do Subúrbia!
Bom, já que houve o confisco destes equipamentos, lembro das palavras sábias do meu cunhado Fábio: é a teoria do micro-poder. Explico: quando vc está num lugar que só tem um bar, e é mau tratado, ou você cai fora ou se submete a este mau atendimento. Quando vc é pego pela polícia ambiental (armada com metralhadora), que arbitrariamente rouba o equipamento de som sem qualquer aferição de volume, mais uma vez caimos nesta teoria!
Pois é. Utilizamos fones de ouvido, ao invés de um retorno decente. Apesar da qualidade do fone sem bem mais alta, a gente se sente um pouco apático a tudo o que está acontecendo fora do palco.
Voltando à parte legal, chegamos muito animados no Subúrbia. Recebemos uma msg de Gustavo (boca de sorvete), desejando boa sorte pelo show. A pilha e a tensão eram grandes, pois seu substituto estava estreando.
Não teve errada. O som foi a maior doideira! Varios doidões (como sempre) estiveram lá!
Rômulo não aguentou segurar até o fim do show. Foi ao mictório antes de começarmos a décima sexta música. Vocês precisavam ver a cara do coitado! Suava frio!!!
De qualquer forma, o show foi muito bom e quem não foi, já está devendo pra próxima!!!
Ah, essas cordas de aço Este minúsculo braço Do violão que os dedos meus acariciam Ah, este bojo perfeito Que trago junto ao meu peito Só você violão Compreende porque perdi toda alegria E no entanto meu pinho Pode crer, eu adivinho Aquela mulher Até hoje está nos esperando Solte o teu som da madeira Eu você e a companheira Na madrugada iremos pra casa Cantando...
É com grande satisfação, porém com grande pesar que escrevo este post.
Como tenho falado ultimamente, o Subúrbia é um pico muito legal. Um lugar que tem conseguido se manter com o som que estava faltando na cidade: POP. Mario Eugenio está de parabéns, conseguindo levar uma galera que há tempos reclamava esta falta.
No dia 06/03/08 foi a vez da Sunway fazer mais um som no Subúrbia. Como sempre, todos os problemas acontecem desde cedo. Já cheguei atrasado na passagem de som,com uma garrafa de 2 litros de coca-cola na mão e algumas doses de whisky nas idéias. Sem muito aperto foi a passagem. Show marcado para 23h30.
Este show tinha uma coisa diferente: estávamos perdendo uma parte da banda. Uma parte que sem dúvida alguma fará muita falta. Durante todo este tempo de banda, Gustavo esteve ao nosso lado contribuindo com boas e péssimas idéias, mas to aqui para lembrar as coisas boas, a começar pelo nome da banda. Foi ele quem sugeriu que a banda fosse chamada Sunway. Imaginem um cara de alma boa, que apesar de todas as reclamações do mundo que fala, sabemos que é “tudo de boca pra fora”. Um cidadão de bem. Ainda lembro das palavras de Amanda (esposa de Aroldo): "Gustavo é um menino bom".
Sem dúvida ficamos muito tristes ao saber da notícia, pois com o tempo criamos afinidade uns aos outros e nos acostumamos com uma situação que tínhamos certeza que iria mudar.
Naturalmente ele tomou o rumo que achou mais correto, e resolveu ficar ao lado da sua nova família, e quando se fala em família, o coração fala mais forte. Há um tempo a distância o deixava angustiado e, apesar de muitas coisas o prenderem aqui, uma só (agora duas) em Porto Alegre, o remetia a uma idéia de felicidade que estava realmente faltando.
Voltando ao show, foi muito bom. A galera estava numa animação enorme. Nossos brothers estavam lá (como sempre). Se eu for colocar o nome aqui de quem estava, vou correr o risco de esquecer...aí é pior. Mas me amarrei mesmo. Vários doidões estavam lá!
Já estamos começando a ensaiar com o novo baixista. Agora é só esperar o resultado. A expectativa é a melhor de todas.
Obrigado a todos que foram lá ver e ouvir a Sunway.
Gustavo, sentiremos realmente sua falta nos ensaios e nos shows!
Depois de tanto tempo sem tocar, a Sunway resolveu deixar a preguiça de lado pra fazer aquele som! O local foi o Subúrbia, bar novo da cidade, que rola um som pop (porra, tava faltando um pico desses!). Valeu Mario Eugênio pela idéia e pela oportunidade. Tudo certo há mais de um mês, mas como sempre temos imprevistos no dia. Como a pilha para tocar era enorme, nem tivemos problemas sérios, ou pelo menos não nos importamos. Por volta das 20hs o som já estava pronto e a banda também! Músicas novas no set list e a vontade enorme de tocar. A previsão de início do show era 23 e pouco, mas sempre atrasa. O primeiro a atrasar, fui eu! Kkk...já cheguei depois de meia-noite! Em lá chegando, já sabe: num tava me sentindo bem... mais atraso. Bom... o show começou quase 1 da manhã (eu acho). Acho que toda a banda tinha bebido no limite ótimo (nem tão pouco, nem exageradamente), então estávamos inspirados. O som do palco estava uma maravilha, e me disseram que lá embaixo também estava muito bom. Acho que estava mesmo. Me amarrei na galera que foi lá. Thales tava até com torcida organizada. Pense num mineiro miserável. Até quem não foi convidado resolveu aparecer por lá (ô lasca!) kkk.